quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

NIBIRU e a Grande Transição Planetária.

Há seis mil anos, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "*raça de deuses*". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.
Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "*seres andróides*". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.


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A herança destes remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais. 
Caça a Nibiru, porque não é visto na atualidade.
Muitos astrônomos estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço. Existem informações que a NASA está atenta a estas pesquisas do chamado por eles Planeta X.
Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do Sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão. 
Zecharia Sitchin
Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began. Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.
Aparece aí a primeira menção a uma gigantesca cruz cósmica, desenhada pelas órbitas dos planetas do Sistema Solar na eclíptica e pela órbita, muito alongada, do Planeta X, que, também, órbita nosso Sol, porém, em outra direção e com outro período orbital.
Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego.
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A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação na Terra. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana.
O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.
Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta", contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna em 1930. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?
O lingüista acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita). Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes e tecnologias" que caracterizam as civilizações.
Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.
Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto emMarteSitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípcios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos mais antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin. 
O Buraco de Saddam
O local, na Terra, de chegada ou aterrisagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país. 
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Dados astronômicos de Nibiru.


O Planeta X está se aproximando. A ZONA DE PERIGO será quando o Planeta X chegar ao periélio, porque ocorrerão imensos fenômenos elétricos (relâmpagos cósmicos) entre os dois astros. Tais fenômenos serão de extrema violência.
Isto é conhecido não pela observação direta nesse momento e, sim, pela maneira como estão se comportando os planetas de nosso Sistema Solar e o Sol.
E esta previsão concorda com as experiências anteriores nas últimas vezes em que "o intruso" esteve perto de nós.
PERÍODO DE APROXIMADAMENTE 3.660 ANOS: é o tempo que o Planeta X leva para completar uma órbita inteira em volta do Sol.
PERIÉLIO DE 2,850 AU: a unidade astronômica AU é a distância média entre a Terra e o Sol (cerca de 150 milhões de quilômetros).
Como Marte está a 1,52 AU do Sol, o ponto em que o Planeta X estará mais próximo do Sol cairá entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 427 milhões de quilômetros.
AFELIO DE 475,000 AU: sabendo que Plutão está a 39,5 AU, o afélio que o Planeta X alcançará será de aproximadamente 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Isto significa que esse planeta gasta a maior parte do tempo na região chamada de cinturão de Kuiper, muito além da órbita de Plutão.
INCLINAÇÃO DA ÓRBITA QUASE PERPENDICULAR AO PLANO DA ECLÍPTICA: cerca de 90% dos objetos observados transitam pelas áreas das constelações do Zodíaco.
O Planeta X está bem mais na direção sul e é por isso que não foi ainda detectado.
OBSERVAÇÃO INFRAVERMELHA: Muitos acreditam que o satélite astronômico infravermelho (IRAS) tenha detectado o Planeta X já em 1983 como um planeta maior do que Júpiter, ao sul da Constelação de Sagitário, com um temperatura de 240 Kelvin. Em abril de 2006, a YOWUSA.COM revelou a estória do telescópio do Pólo Sul.
OBSERVAÇÃO TELESCÓPICA AMADORA: Dependerá da localização e das condições atmosféricas. As do Hemisfério Sul serão mais privilegiadas.
OBSERVAÇÃO A OLHO NU: em meados de 2010, observadores do Hemisfério Sul poderão observá-lo à noite como um objeto brilhante avermelhado.
Se diz que em 2012 ele aparecerá como um segundo Sol: o Planeta X aparecerá como um segundo Sol, no céu.

O Céu do Hemisfério Sul
A NASA localizou um maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra.
É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alienígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.

Fonte: Astrothon


3 comentários:

  1. Já estamos em meados de 2011 e até agora nenhum sinal do planeta foi confirmado. Para que fossem verdadeiras essas teorias, a essa altura algum astrônomo amador já o teria visto, sem depender de nenhum órgão governamental com intenções de ocultá-lo.

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  2. Possuímos tecnologias que podem ocultar corpos celestes.

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